segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Tudo tem um tempo ou dois.



Nós lá no fundo sabemos a verdade. Apenas não queremos ver. Eu sei quem é meu amigo, sei quem é aquele que é capaz de fazer mil e uma coisas para me ver bem. E não sei só pelo que eles me dão ou pelos bons momentos que nos proporcionam. É muito mais do que isso. Claramente já estivemos com uma pessoa à conversa e reparamos logo nos primeiros minutos que algo ali não está a bater certo. Que aquelas palavras não se tornam melodia para os ouvidos. Juntando, então, tudo aquilo que previamente sabemos sobre aquela pessoa tem tudo para dar errado. O serão torna-se aborrecido. E aí, sim, pensamos o quanto é bom termos os nossos amigos a moerem a nossa cabeça.

Desde que entrei na faculdade e já lá vão dois anos, muita coisa tem mudado a nível de amizades. E isso não me preocupa de todo. Sei que aqueles que tinha como certos, os primeiros a mandar mensagem, a ligar, eram aqueles, que ainda hoje permanecem de uma forma ou de outra. Muitos outros já seguiram a sua viagem. E outros ainda estão para vir.

Sem comentários:

Enviar um comentário

Expressa-te.